segunda-feira, 25 de agosto de 2025
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Doenças Ocupacionais e Profissionais

Doenças Ocupacionais e Profissionais
As doenças ocupacionais e profissionais estão entre os principais desafios da saúde e segurança no trabalho. Elas são resultantes da exposição contínua a agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos ou psicossociais presentes no ambiente laboral. Diferentemente dos acidentes, que ocorrem de forma súbita, as doenças ocupacionais geralmente se desenvolvem de maneira progressiva, muitas vezes silenciosa, impactando diretamente a saúde do trabalhador e sua qualidade de vida.
Conceito
Principais causas
Exemplos comuns
Consequências
Prevenção
A prevenção é o caminho mais eficaz e sustentável para reduzir a ocorrência de doenças ocupacionais. Entre as principais medidas destacam-se:
👉 Em resumo, as doenças ocupacionais e profissionais representam um problema que vai além do âmbito individual, atingindo empresas e sociedade. Investir em prevenção, saúde ocupacional e qualidade de vida no trabalho é essencial para preservar vidas, promover bem-estar e manter a sustentabilidade das organizações.
As doenças ocupacionais e profissionais estão entre os principais desafios da saúde e segurança no trabalho. Elas são resultantes da exposição contínua a agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos ou psicossociais presentes no ambiente laboral. Diferentemente dos acidentes, que ocorrem de forma súbita, as doenças ocupacionais geralmente se desenvolvem de maneira progressiva, muitas vezes silenciosa, impactando diretamente a saúde do trabalhador e sua qualidade de vida.
Conceito
- Doença ocupacional: é aquela diretamente relacionada às condições de trabalho específicas do ambiente em que o trabalhador está inserido.
- Doença profissional: está vinculada à própria natureza da atividade exercida, ou seja, faz parte do risco inerente à função.
Principais causas
- Exposição a agentes químicos: solventes, poeiras, metais pesados, pesticidas etc.
- Exposição a agentes físicos: ruídos intensos, vibrações, calor, radiações ionizantes e não ionizantes.
- Agentes biológicos: vírus, bactérias, fungos, parasitas em ambientes de risco como hospitais, laboratórios e coleta de resíduos.
- Esforços repetitivos e má ergonomia: más posturas, movimentos repetitivos e falta de pausas adequadas.
- Riscos psicossociais: pressão excessiva, assédio moral, estresse e jornadas de trabalho prolongadas.
Exemplos comuns
- LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).
- Perda auditiva induzida por ruído (PAIR).
- Pneumoconioses (como silicose e asbestose).
- Dermatoses ocupacionais provocadas por contato com agentes químicos.
- Doenças respiratórias ligadas a poeiras e substâncias tóxicas.
- Síndromes relacionadas ao estresse ocupacional, como burnout.
Consequências
- Para o trabalhador: prejuízos à saúde física e mental, afastamentos frequentes, diminuição da qualidade de vida e, em casos graves, incapacidade permanente.
- Para as empresas: queda na produtividade, aumento de custos com afastamentos, passivos trabalhistas e prejuízos à imagem institucional.
- Para a sociedade: sobrecarga do sistema de saúde e da Previdência Social.
Prevenção
A prevenção é o caminho mais eficaz e sustentável para reduzir a ocorrência de doenças ocupacionais. Entre as principais medidas destacam-se:
- Implantação de Programas de Saúde e Segurança no Trabalho (como PCMSO e PPRA/PGR).
- Avaliação constante dos riscos no ambiente laboral.
- Uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs).
- Treinamentos regulares de conscientização.
- Adoção de boas práticas ergonômicas.
- Monitoramento médico periódico e exames de saúde ocupacional.
👉 Em resumo, as doenças ocupacionais e profissionais representam um problema que vai além do âmbito individual, atingindo empresas e sociedade. Investir em prevenção, saúde ocupacional e qualidade de vida no trabalho é essencial para preservar vidas, promover bem-estar e manter a sustentabilidade das organizações.